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Interatividade, espontaneidade e engajamento: três palavrinhas que resumem tudo o que qualquer produtor deseja para um evento de sucesso. E, indo direito ao ponto, como atingir esse “tripé da alegria” de forma rápida, fácil e eficiente? Usando o Snapchat. É isso mesmo. A rede social é a queridinha da vez, com mais de 200 milhões de usuários ativos e aproximadamente 8.796 fotos/vídeos compartilhados por segundo!

Esses números só comprovam que, mais do que uma simples tendência, o Snapchat já é uma plataforma consolidada junto aos usuários brasileiros. Segundo Duda Lima, Diretora Executiva e Especialista em Marketing Digital da BluePix Agency, “o Snapchat se tornou a rede social mais promissora do momento por oferecer aquilo que os Millenials procuram: um ambiente ‘seguro’, rápido e que mostra o cotidiano das pessoas de forma espontânea, sem filtros ou ‘maquiagem’.”

Mas como funciona e como o Snapchat pode ser utilizado em eventos? A gente te conta a seguir:

1. De onde veio, como vive e o que faz o Snapchat?

O Snapchat é um aplicativo de troca de mensagens, fotos e vídeos curtos que se autodestroem após alguns segundos. Em regra, os Snaps desaparecem da tela logo após serem vistos, a menos que o receptor decida guardar a imagem fazendo uma captura da tela ou tirando uma “foto da foto” com outra câmera. Sim, isso é possível, então fique ligado no que será enviado antes de compartilhar com os seus amigos, com um grupo específico ou, mais ainda, com todos os snapchatters. Vale ressaltar que, quando um amigo faz uma captura da tela, a pessoa que enviou será notificada.

Além de enviar fotos, áudios, vídeos e texto em tempo real, o Snapchat também permite fazer várias edições na imagem. Você pode colocar filtros, emojis, fazer desenhos e escrever frases, deixando o conteúdo mais divertido e personalizado para o seu público. Se você estava com saudade do Draw Something ou trabalha diretamente com o público mais jovem, essa funcionalidade é perfeita para você.

2. Por que o Snapchat é o campeão de interatividade?

Nas palavras do artista multimídia e repórter Caio Braz, “o material do Snapchat é o mais engraçado, mais ao vivo e espontâneo. É o que traz mais verdade”. Isso ocorre porque, além dos Snaps “tradicionais”, a rede social tem outros recursos que elevam o engajamento com o público a outro nível. O Chat é parecido com o Whatsapp, mas a troca de mensagens é mais rápida e, assim como acontece com as fotos e vídeos, o texto também se autodestrói após alguns segundos. O legal é que é possível salvar elementos da conversa, como a hora e o endereço do evento, por exemplo, para que os usuários possam acessar mais tarde. Se a conversa estiver acontecendo em tempo real, você pode mostrar ao seu amigo instantaneamente onde você está e o que está fazendo, bem como pode conversar ao vivo e em alta definição.

Outro recurso muito interessante do Snapchat são as Stories. O próprio site do aplicativo as define como “narrativas que duram 24 horas” e que são criadas a partir da inserção dos Snaps do usuário à Story escolhida. Cada Snap desaparece após 24 horas, mas, até lá, você pode ver a Story de um amigo quantas vezes quiser. As fotos e vídeos adicionadas às Stories podem ser vistos apenas pelos amigos do usuário, por um grupo específico designado por ele ou por todos os Snapchatters. Segundo o blog do Snapchat, “as Stories celebram o poder das diferentes perspectivas. É uma maneira única de experienciar o que está acontecendo em todo o mundo através dos olhos de nossa comunidade.”

3. Snapchat e eventos ao vivo: feitos um para o outro

Por ser uma plataforma rápida, fácil e altamente engajadora, o Snapchat pode acrescentar muito ao universo dos eventos. Além de conferir mais espontaneidade e veracidade ao conteúdo veiculado, a rede social é perfeita para criar empatia com público de um evento, gerando uma atmosfera de proximidade entre o que está acontecendo naquele momento e quem está acompanhando os detalhes pelo Snapchat.

“Por refletir o que está acontecendo no momento, o Snapchat é um aliado para os eventos ao vivo. Usando o aplicativo como um dos meios de comunicação, a marca quebrará fronteiras e levará o evento em segundos para a tela do celular. Assim, os seguidores que estão interessados naquele evento se sentirão mais próximos e presentes, mesmo que estejam distantes fisicamente. Importante salientar que o app é para ser usado para mostrar os bastidores, preparativos e o que está rolando durante o evento e não como transmissão ao vivo. Para isso, existem outras plataformas e aplicativos, como o Periscope, por exemplo”, destacou Duda Lima.

Uma funcionalidade incrível para os eventos ao vivo são as Live Stories, na quais várias pessoas registram a mesma cena com diferentes olhares. Os usuários que estiverem em um mesmo local ou em um evento poderão contribuir com diversos Snaps sobre o mesmo tema. O próprio Snapchat faz a curadoria das imagens e/ou vídeos enviados baseado na localização, data e hora do envio. Difícil ser mais interativo, sem cortes e colaborativo do que isso!

Gostou das dicas para usar o Snapchat em eventos? Divida suas opiniões conosco nos comentários!

eventick - eventos de tecnologia
Dicas

Eventos mais democráticos, organizadores e participantes mais realizados. Produzir e difundir conteúdo em tempo real e ser capaz de atingir pessoas em qualquer lugar do mundo sem gerar poluição sonora ou visual são apenas algumas das vantagens da utilização da tecnologia na organização de eventos.

Aliar as novas ferramentas tecnológicas – que, para nossa alegria, evoluem diariamente – à força comunicativa dos eventos ao vivo também tem gerado resultados muito expressivos.

Uma tendência para 2015 apontada pelo Event Manager Blog, são os chamados “eventos imersivos”, que têm como ideia principal oferecer aos participantes momentos/experiências inesquecíveis e mais duradouros do que os eventos “tradicionais”. Nesse ponto, a tecnologia pode ser de grande valia ao ajudar – e muito! – a proporcionar uma maior interatividade e trazer mais criatividade aos eventos.

E que ferramentas são essas que auxiliam diretamente os produtores e aproximam os participantes? Como muita gente diz, “hoje em dia há um aplicativo para tudo” e é isso pode ser ótimo para todos nós, frequentadores e organizadores de eventos.

Selecionamos alguns aplicativos, que podem fazer uma enorme diferença na hora de organizar um evento e de agregar valor à experiência do participante. Elencamos os aplicativos de acordo com a área do evento em que ele poderá ser utilizado, mas nada impede que você utilize o mesmo app em várias categorias da produção do evento. O resultado você confere na palma de sua mão. Vamos lá:

1. Planejamento

Nenhum evento sai do papel sem um bom planejamento, certo? Antes de entrar em desespero ao elencar todas as atividades que precisam ser feitas para organizar um evento, respire fundo e lembre-se do Evernote. O aplicativo, que pode ser acessado em iPhone, iPad, Mac, Android e Windows, é um verdadeiro hit da internet para quem pretende organizar suas atividades, anotações e demandas diárias.

Com ele, o usuário pode fazer anotações, criar listas, reunir referências em texto, imagem e vídeo, montar tabelas de orçamentos, tudo em só uma só plataforma. Além disso, os arquivos salvos no app também podem ser compartilhados com outras pessoas, como sócios ou parceiros na organização do evento.

Como se não bastasse, você ainda pode escolher quem tem acesso a cada informação, facilitando a delegação de tarefas e o acompanhamento dos processos.

Outro aplicativo incrível para o produtor de eventos é o Super Planner. O aplicativo custa USD 9,99 e oferece diversas ferramentas super úteis, como calculadoras de quantidade de pessoas por lugar, de comes e bebes e de funcionários a serem contratados para cada setor. Você pode usar esse app para ter o controle dos seus custos e para estar com todos os detalhes prontinhos para o grande dia.

Para facilitar ainda mais a sua vida, outra opção de app bem interessante é SimpleMind, que custa USD 5,99 e cria mapas mentais, uma maneira bem simples e visual de organizar ideias e tarefas. Acredite: quando você estiver organizando suas atividades, esses mapas mentais podem ser uma verdadeira mina de ouro, poupando tempo e ajudando você a ser mais eficiente e objetivo ao colocá-las em prática.

2. Patrocinadores

Todos nós sabemos que conseguir patrocinadores para um evento não é uma tarefa fácil. Exige bons contatos e muito jogo de cintura, além de objetividade e habilidade para criar uma proposta interessante para conquistar o investidor.

Agora quer a boa notícia? Já existe um aplicativo bem legal para te ajudar nessa missão. Estamos falando do Sponseasy, que cria propostas de patrocínio de forma rápida e prática. Basta que o produtor disponibilize informações úteis sobre o evento, como o público-alvo, os objetivos e onde entraria o apoio do patrocinador.

A proposta pode ser personalizada com imagens (se houver boas fotos de edições anteriores do evento, ótimo!), cores e efeitos. E o melhor: o app disponibiliza a proposta em um link, que os organizadores podem enviar para os possíveis patrocinadores.

Ele ainda está em fase beta – durante a qual seu uso está 100% gratuito -, mas mesmo assim pode ser muito útil e te ajudar a poupar tempo e dinheiro na produção do evento!

3. Criação de um app próprio para o seu evento

Usado por grandes nomes no mundo dos eventos como Lollapalooza e SXSW, o Eventbase é um aplicativo “self-service”, como ele mesmo se intitula, que pode ser usado para disponibilizar programação, mapas, fotos, vídeos e informações úteis sobre conferências, eventos corporativos e festivais.

O app tem uma ótima usabilidade, tanto para produtores – na hora de cadastrar os dados e enviar as informações sobre o evento – quanto para o público do evento, que o utilizará como um verdadeiro guia para eventuais consultas e buscas. Ele está disponível para as plataformas iOS, Android, Windows Phone e BlackBerry.

4. Durante o evento

Um grande sucesso entre os aficionados por reuniões de tecnologia, o SignMyPad Pro permite que se assine em documentos PDF no seu tablet ou smartphone. Imagine conseguir assinar contratos já em uma feira de negócios ou em um evento de networking sem precisar imprimir a papelada? Muito prático! O custo varia entre USD 0,99 a USD 3,99, de acordo com a versão escolhida.

Se o seu evento for um congresso ou uma palestra, você vai adorar o próximo app. Quem produz eventos desse tipo sabe o quanto a interação da plateia é importante para avaliar o sucesso e o impacto de cada palestra. Pensando nisso, foi criado o Catchbox, um microfone wireless colocado dentro de um case em formato de cubo colorido e acolchoado, perfeito para passar e até mesmo jogar(!) entre os participantes durante uma conferência, seminário ou palestra. É possível solicitar o Catchbox em várias cores e tamanhos, bem como optar por um microfone de maior ou menor alcance.

5. Pós-evento

Para o pós-evento, uma boa opção é o iSurvey, que te ajuda a aplicar uma pesquisa para conhecer a opinião dos participantes sobre uma palestra ou sobre o evento do qual acabaram de participar. É fácil de usar, prático e o melhor: é grátis. O SurveyMonkey também é um serviço de pesquisas que você pode gostar.

Outra ferramenta bem interessante e gratuita, o iLeads, armazena dados diversos como fotos, arquivos e textos, e gerencia os contatos que foram feitos durante o evento. Muito útil principalmente em eventos de networking para guardar anotações, números de telefone ou outros dados importantes durante o evento.

Viu como a tecnologia pode deixar a vida bem mais simples? Você conhece mais opções de tecnologias legais para os organizadores de eventos? Divida conosco nos comentários!

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Entrevistas

A paixão por tecnologia e empreendedorismo em parceria com o desejo de reunir amigos e membros da comunidade tecnológica carioca motivaram a dupla Cadu de Castro Alves e Monique Fernandes a organizar dois eventos que já se tornaram referência no setor: o Geeks on Beer e o Geeks on Mocha, ambos com várias edições realizadas e muito sucesso entre o público.

Cadu teve o primeiro contato com os computadores aos seis anos de idade e, desde então, não parou mais. Já trabalhou com design gráfico, web design e dev e atualmente é sócio na Beesoffice, um espaço de coworking localizado no Rio de Janeiro.

Já Monique é jornalista, especialista em Marketing e proprietária da Tagarela Comunicação, uma assessoria de imprensa focada em empreendedorismo e novos negócios. Batemos um papo com eles sobre eventos, inovação e desenvolvimento no Brasil atualmente. Confira:

1) O primeiro Geeks on Beer alcançou um sucesso tão grande que os participantes logo pediram a realização de novas edições. Vocês esperavam uma recepção tão positiva? Quais serão os passos do GOB futuramente?

Quando organizamos o Geeks on Beer, jamais imaginamos que haveria tanta repercussão. Pensamos em fazer um evento de desenvolvimento, networking e diversão junto com amigos e profissionais do setor. Como o Geeks on a Plane já estava com data marcada em São Paulo, percebemos que era totalmente viável organizar um evento semelhante no Rio de Janeiro e foi o que fizemos. Mobilizamos o pessoal pela internet, conseguimos organizar tudo em dois dias e o resultado foi ótimo.

Em relação ao futuro, a próxima edição do GOB já deve acontecer agora em outubro. Já definimos o lugar, mas ainda não fechamos a data. A Monique não está mais na organização do evento devido a outros compromissos profissionais e à impossibilidade de conciliar tantas tarefas, mas eu, o Cadu, continuo na produção do evento.

2) Como surgiu a ideia de criar o Geeks on Mocha? Há perspectiva de realização de novas edições? Quais vocês consideram os impactos de eventos como esses no setor?

O Geeks on Mocha, assim como o Geeks on Beer, surgiu a partir do desejo de organizar um evento para reunir e estimular desenvolvedores, designers e outros profissionais da comunidade tecnológica a dividirem experiências e elaborar novos projetos. O Hackathon, que promove a inovação, a criatividade e novas soluções para as empresas, já realizou cinco edições, sendo a última delas mais comercial. Apesar de ainda não ser uma prática tão comum aqui no Brasil, empresas como a Blackberry, a Sendgrid e a Vivo, dentro da Campus Party Recife, já realizaram hackathons para desenvolver novos projetos.

Percebemos que há muito espaço e bons profissionais buscando aprender com nomes de referência, ganhar/compartilhar conhecimentos, aumentar o networking e fazer novos negócios nessa área. Esse é um mercado que tem tudo para crescer nos próximos anos.

3) Como vocês veem o mercado de eventos para os profissionais de tecnologia no Brasil atualmente? Além do Geeks on a Plane, que foi uma das inspirações para a criação do Geeks on Beer, existem outros eventos que vocês consideram referência?

Existem muitos bons eventos acontecendo no país nos últimos tempos. Como o mercado está bastante aquecido devido ao crescimento das startups e da projeção do Brasil no cenário tecnológico internacional, a demanda por esse tipo de eventos também vem crescendo muito. Daqui até o fim do ano, pelo menos mais cinco grandes eventos de tecnologia devem acontecer.

Desde a primeira edição do Geeks on Beer, percebemos uma evolução no preparo e na experiência do empreendedor. É verdade que ainda precisamos “comer muito arroz com feijão” em relação às comunidades tecnológicas americana e européia, mas o potencial está crescendo bastante e deve continuar nesse ritmo até, pelo menos, 2016. Em alguns mercados, apesar das dificuldades, o Brasil já é capaz de competir e até de ficar à frente dos estrangeiros.

 

Em relação a eventos que tomamos como referência, um bom exemplo é o Rio Info 2013, que aconteceu na semana passada no Rio de Janeiro e é considerado o maior evento de TI do país. O AngelHack é o maior organizador de hackathons e eventos de inovação do mundo, com edições em cidades de todo o continente americano, Europa, a Ásia e Oceania, e também é uma grande inspiração para nós. Outro evento super legal nesse sentido é o Global Game Jam, um hackathon online focado no desenvolvimento de games e que também mobiliza várias cidades do mundo.

4) Deve ser desafiador cativar e trazer inovações a um segmento tão exigente e antenado como o dos profissionais de tecnologia. Como vocês lidam como isso e quais as estratégias para estar sempre à frente nesse mercado?

É muito importante estar sempre muito bem informado e ter uma boa organização na hora de elencar os assuntos. Participamos ativamente de grupos, fóruns e espaços de discussão e compartilhamento de informações na rede e fora dela. Ajudamos a construir e somos moderadores do grupo Startup Brasil no Facebook, que já conta com quase 9000 membros e funciona como um laboratório para ver quais as demandas e do que mais se fala no mercado de tecnologia atualmente. Uma de nossas grandes prioridades na hora de organizar as edições do GOB e o GOM é estar em sintonia com o público e com os membros da comunidade, para trazer conteúdo relevante, atual e convidar quem entende dos temas para falar sobre eles.

Outra grande motivação para nós sempre foi trabalhar com prazer, acreditando no projeto e fazendo o que gostamos. Desde o começo, o Geeks on Beer só contou com um patrocinador, já que o nosso foco não é ganhar dinheiro com o evento. Acreditamos muito na interação com os profissionais e no aprendizado conjunto como ferramentas essenciais para produzir bons eventos que tragam conhecimento, networking, negócios e entretenimento para os participantes.

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Dicas

Eventos cada vez mais participativos, público cada vez mais satisfeito. Com o enorme poder de mobilização das tecnologias digitais, não é mais preciso um grande patrocinador ou produtor para promover o show de um artista famoso: por meio do crowdfunding, qualquer um pode fazê-lo.

O financiamento coletivo funciona através do esquema “a união faz força”: alguns fãs se reúnem para promover e financiar um show ou projeto dos seus ídolos e, caso haja adesão popular, o evento acontecerá.

Trata-se de dar o poder a quem realmente movimenta esta indústria: as pessoas. Os interessados em fazer o evento acontecer se organizam – sem a necessidade de intermediação de organizadores já consolidados no mercado ou empresas – para colocar em prática um objetivo comum. Simples assim.

1. Qual o objetivo principal do crowdfunding?

A ideia por trás do crowdfunding – ou financiamento coletivo para quem preferir – consiste basicamente em, por meio de doações de pequenas quantias por um grande número pessoas, viabilizar projetos de interesse de todos que participaram.

2. Como funciona?

Quem tem uma ideia de evento ou banda a ser trazida se inscreve no site do projeto – que pode ser uma plataforma já existente, como as que citaremos abaixo, ou um novo site criado especialmente para o objetivo em questão. O autor do projeto estabelece a sua meta e detalha de quais maneiras os interessados podem contribuir.

A prática se desenrola na base da troca: quem colaborar com o financiamento recebe vantagens pela doação, que variam de acordo com o valor doado à iniciativa. Se o objetivo não for alcançado, o evento não é realizado e quem investiu recebe o seu dinheiro de volta.

Essa prática é muito interessante para eventos de pequeno e médio porte, pois garante a arrecadação necessária em dinheiro, diminui a necessidade de obter patrocínio externo e mobiliza os participantes (e muitas vezes sua rede de amigos) antes mesmo de o evento acontecer.

3. E temos exemplos de plataformas de crowdfunding consolidadas no mercado?

Aqui no Brasil, dois grupos se destacam em financiamentos coletivos: o Catarse e o Queremos!.

O primeiro já é a maior comunidade de crowdfunding do país e atua na arrecadação de fundos para projetos culturais em diversas áreas como cinema, música, teatro e gastronomia.

Já o Queremos! é o responsável por trazer nomes como Miike Snow e Belle & Sebastian ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, através das contribuições dos fãs.

Atualmente, a plataforma pede que os usuários “peçam” o show a que querem assistir em sua própria cidade e convidem os amigos para contribuir e viabilizar o projeto. Legal, não é?

As duas iniciativas continuam crescendo bastante, conseguindo a inscrição de projetos de todo o país e a adesão de grandes artistas e produtores de eventos ao grupo de apoiadores.

Gostou da ideia de utilizar o crowdfunding para financiar eventos? Que artista você financiaria para fazer um show em sua cidade? Conte-nos tudo nos comentários!